Doralucia Cioglia Brasil, nascida em Belo Horizonte, Brasil, em meados dos anos 50.
Filha de artista, apaixonou-se pela pintura ao ver sua mãe pintar.
Na juventude, seguiu um caminho artístico por meio do canto, destacando-se logo como solista mezzo-soprano dramática.
Foi mencionada pelo jornal O Estado de Minas, em Belo Horizonte, e pelo jornal O Globo, do Rio de Janeiro.
Foi convidada a participar da principal emissora de TV do Brasil, o canal 4 de Belo Horizonte.
Naquele período, a professora de canto Pina Monaco estava no Brasil, e ao perceber seu talento, quis levá-la para estudar na Itália — mas Doralucia não quis deixar o Brasil.
Graduou-se em Arquitetura, mas seu amor pela pintura era imenso.
Sua afinidade com a escola do expressionismo abstrato se fazia cada vez mais forte.
Iniciou-se como autodidata, percorrendo caminhos de estudo artístico através da história e da arte contemporânea abstrata.
Sua produção se destaca essencialmente por seu percurso autodidata, por sua capacidade de composição, e pelo domínio do uso das cores, que dão substância às ideias, fazendo-as brilhar como fogos de artifício.
A artista se expressa por meio de suas obras com o que carrega na alma. Sua genialidade transmite mensagens do presente e do futuro.
Utiliza técnicas variadas.
Foi notada pela artista Alessandra Bisi e pelo pintor Salvatore Russo.
Fez sua primeira coletiva internacional na Itália, na exposição smArT Box Prato (5 a 21 de julho), sob curadoria da World Basement Gallery de Milão, com a artista-curadora Alessandra Bisi, o crítico Giorgio Fedeli e o curador Massimo Casagrande.